2011-10-19

Terapia de grupo

DEMONSTRAÇÃO DE CAPACIDADE DE ANÁLISE/INTERPRETAÇÃO DE SITUAÇÕES E DE ADAPTAÇÃO À REALIDADE...

ou

Alentejano na Terapia de grupo

Quatro pacientes estão reunidos.

O terapeuta pede que todos se apresentem, digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.

O primeiro diz:

- Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.

O segundo apresenta-se:

- Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.

A terceira diz:

- Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro mamas e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.

Faz-se um silêncio...

Então o Alentejano diz:

- Sou o Manel Jaquim e até há pouco achava que era pedreiro, mas acabo de descobrir que sou é lésbica...

2011-10-13

Shampoo dá volume

Acabei de sair do banho, e descobri finalmente o que me faz engordar...
É o shampoo!...
No rótulo está escrito:
... "Para dar corpo e volume"
Está decidido
A partir de hoje só vou usar detergente da loiça - o rótulo diz:
"Elimina até as gorduras mais difíceis".


Ideia daqui

2011-10-03

ARTIGO A nossa aldeia gaulesa

Fonte ( i on-line): A nossa aldeia gaulesa

por Luís Menezes Leitão, Publicado em 20 de Setembro de 2011

Estamos no ano 2011 d.C. Todo o Portugal está ocupado pelas tropas da troika. Todo? Não. Uma ilha povoada por irredutíveis madeirenses resiste ainda e sempre ao invasor. E na Madeira a vida não é fácil para os defensores da disciplina orçamental...

Efectivamente, os governantes da nova província do Império, o procônsul Passus Cuniculus e o questor Victor Gasparius, andam completamente desesperados para tentar submeter a ilha à austeridade que impuseram no Continente. Mas os irredutíveis madeirenses resistem sempre, comandados pelos seu chefe Jardinix, que já fez saber que não vai entregar ao Continente ocupado os tributos cobrados na ilha, que não vai despedir ninguém e que vai continuar a gastar como sempre fez. O chefe Jardinix não se assusta com as ameaças vindas do Continente ou da troika, dado que só tem medo de uma coisa: que o céu lhe caia em cima da cabeça. E ele próprio costuma dizer que amanhã não será a véspera desse dia.

Os irredutíveis madeirenses sentem-se felizes com o seu chefe. Enquanto o Continente ocupado está sujeito à austeridade, eles podem comer e beber bem e dar tabefes aos invasores. Não interessa que lhes digam que estão a gastar de mais e que não têm dinheiro para tanto. Os irredutíveis madeirenses aproveitam o tempo presente sem pensarem no futuro. Eles sabem que esta estória acabará como todas as outras: com um grande festim. E o rectângulo há-de pagar a conta.

Professor da Faculdade de Direito de Lisboa


2011-09-29

2011-09-26

O Barbeiro e o político

Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:

- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.

O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.

Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do nosso país e os políticos que o administram.

2011-09-02

E se a vida fosse como o Facebook?

E se a vida fosse como o Facebook
Artigo aqui http://aeiou.visao.pt/e-se-a-vida-fosse-como-o-facebook-e-o-twitter=f620189#ixzz1Wpn6eTTz

2011-08-30

Foto de Multidão - Gigapixel

Foto de Multidão - Gigapixel(dá para identificar tudo e todos)
Impressionante a qualidade das actuais fotos!
É só ir aproximando, aproximando, aproximando...

http://www.gigapixel.com/image/gigapan-canucks-g7.html

2011-08-18

Educação hoje, Adultos amanhã

Ultimamente leio e ouço por aí algumas coisas que, sinceramente, arrepiam-me os cabelos e a alma e penso que tipo de educação os pais de hoje tiveram há 20/30 anos atrás.

Vejo artigos nas noticias sobre "dicas" para os pais explicarem às crianças o que é a crise; leio os factores que levam os pais a dar a uma criança de 6 anos um telemóvel; leio as condicionantes e as justificações dos pais para dar roupas e calçado das melhores marcas, mesmo quando isso implique graves sequelas no já magro orçamento familiar. E isto tudo porquê? Porque as crianças podem ficar nervosas, sofrer de síndrome de inferioridade, podem sofrer de bullying etc e tal.

Quando tinha aquela idade e recebia um "Não", eu aceitava (que remédio, caso contrário já sabia o que me esperava). Quando cresci, o orçamento não dava para comprar calças de 10 contos (lá ia eu para a escola com roupa contrafeita). Quando me mandavam aos recados, eu fazia (se assim não fosse, era falta de educação e isso não era tolerado)...

Os meus pais disseram-me sempre o que era e para que servia o dinheiro. Eles explicaram-me o que era ganhar o ordenado mínimo e ter que governar a casa. Ele mostraram-me o que faziam com o (pouco) dinheiro que eventualmente sobrasse. Eles ensinaram-me a poupar para um "dia de chuva". Os meus pais exigiram-me respeito para com eles e os outros....

Podia enumerar tantas e tantas características que fizeram de mim a Mulher que sou... E são essas mesmas linhas orientadoras que hoje em dia eu tento seguir quando educo os meus filhos. Nós temos que dizer "Não", nós temos que dar e exigir respeito e educação. Eles são obrigados a tal, porque somos os seus pais, o seu exemplo para o futuro. Eles serão o que nós permitirmos. E se nós permitirmos falta de educação, birras e exigências, se formos permissivos em todos os disparates que fizerem, que adultos eles vão ser amanhã?

Por isso pergunto, se nós sobrevivemos sem psicologias (e com algumas palmadas), se estamos aqui com a explicação dos factos (e também alguns castigos), se hoje somos homens e mulheres íntegros, o que serão os nossos filhos com este tipo de educação que estão a ter?